Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2026 | Horário: 10:00
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Reabertura da Marquise do Ibirapuera atrai mais de 128 mil visitantes neste final de semana

Após requalificação histórica, o espaço volta a cumprir seu papel de conexão, convivência e democratização do lazer
Imagem mostra um amplo espaço coberto e aberto da marquise de um parque, com piso liso em tom de cinza-claro e teto branco, bem iluminado por luzes embutidas. A estrutura é sustentada por grandes pilares inclinados e retos, também em tons claros, entre branco e cinza. O ambiente é bastante espaçoso e arejado. Nas laterais, aparecem áreas de jardim com grama verde e muitas árvores em diferentes tons de verde, criando contraste com a arquitetura clara. Algumas pessoas caminham pelo espaço ao fundo e no centro da imagem, dando noção de escala e uso do local. O conjunto transmite sensação de amplitude, luminosidade e integração entre a área construída e a natureza ao redor.
Foto: Daniel Reis/Acervo SVMA

A reabertura da Marquise do Parque Ibirapuera, que passa a integrar, pela primeira vez, a gestão da Urbia, após a maior requalificação já realizada em seus 27 mil m², atraiu mais de 128 mil visitantes no último fim de semana. O emblemático espaço passou por uma ampla reforma, que contou com investimento de R$ 86,9 milhões.

Fechada desde o final de 2019, a Marquise do Ibirapuera foi devolvida à população após passar por um amplo projeto de melhorias estruturais, que resgata sua vocação original: ser um espaço de integração, convivência e acesso democrático ao lazer. A reabertura marca a retomada de um dos principais eixos de conexão entre os equipamentos do parque, reforçando seu papel como área pública de encontro e circulação.

Além da recuperação estrutural, a requalificação vem acompanhada de uma nova regulamentação de uso,  implementada pela Prefeitura de São Paulo, que organiza as atividades esportivas e de lazer de forma equilibrada e segura. A Marquise agora conta com áreas exclusivas para a prática de skate, patins e BMX, ocupando cerca de 3.600 m², além de um espaço voltado ao público infantil, com aproximadamente 700 m². Juntas, essas áreas somam quase 20% da área útil da Marquise, estimada em 22.900 m², promovendo a convivência harmoniosa entre os frequentadores e a preservação de um dos patrimônios mais simbólicos da cidade.

Imagem mostra a área coberta de um parque, com piso liso em tom de cinza-claro e teto branco sustentado por pilares claros. Em primeiro plano, há uma placa baixa e retangular na cor azul, com texto em branco e amarelo que diz “ÁREA KIDS – Somente modelos infantis de bikes, patins e skates”, além de um símbolo gráfico branco. O chão apresenta pequenas áreas molhadas que refletem a luz. Ao fundo, vê-se um amplo gramado em tons de verde, com muitas árvores de diferentes alturas e copas verdes. Mais ao fundo, aparecem brinquedos infantis grandes e coloridos, principalmente em azul, amarelo e branco, em formato lúdico. O ambiente é aberto, iluminado e transmite sensação de espaço, lazer e integração com a natureza.
Foto: Daniel Reis/Acervo SVMA

Para o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, o novo modelo de uso da Marquise é resultado de diálogo e construção coletiva. “É importante destacar que havia um decreto de 2003 que proibia qualquer atividade que não fosse caminhar. Fizemos um trabalho com o conselho gestor do parque, com a concessionária, com os usuários e chegou-se a um consenso, por meio do diálogo, para compartilhar de forma harmônica e democrática”.

Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, em 1954, a Marquise é um ícone da arquitetura moderna brasileira e da identidade cultural paulistana. O projeto de requalificação contemplou a recuperação completa da estrutura, incluindo forro, pilares, vigas, laje, impermeabilização, sistema de drenagem, piso e iluminação. Todas as intervenções foram realizadas com rigor técnico e acompanhamento dos órgãos de preservação do patrimônio, garantindo a manutenção das características originais do espaço.

Para o secretário do Verde e do Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi, a reabertura da Marquise representa a devolução de um dos espaços mais simbólicos da cidade à população. “Essa requalificação devolve à população um lugar de encontro, de convivência e de acesso democrático ao lazer, respeitando sua história e, ao mesmo tempo, preparando o espaço para o uso das próximas gerações”, afirmou.

A imagem mostra o ícone da ODS 3 "saúde e bem-estar", representada por um ícone verde, com um desenho de um gráfico de batimento cardíaco e um coração A imagem mostra o ícone da ODS 10 “redução das desigualdades”, representada por um símbolo rosa, com o símbolo de igual dentro de um círculo A imagem mostra o ícone da ODS 11 “cidades e comunidades sustentáveis”, representada por um ícone amarelo, com o desenho de prédios e casas brancas

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